domingo, 27 de outubro de 2013

Um país onde quem recolhe o lixo deve ter ensino médio e o presidente deve apenas saber ler e escrever (exceto no caso Lula) é sério?

O despreparo e falta de conhecimento de nossos políticos tem sido assunto recorrente, mas que só é debatido na época das eleições .

O Deputado Tiririca, mais votado nas eleições de 2010 foi denunciado por ser analfabeto. Diante disso foi submetido a um teste, no qual acertou duas, das dez palavras principais. No teste de leitura do jornal, trocou três palavras."

O ex-presidente Lula se declarou quase analfabeto e disse se orgulhar disso (não querer estudar não é motivo de orgulho).

Não é possível e aceitável que alguém que mal saiba ler, elabore leis ou modifique a constituição federal. Talvez aí esteja uma boa parcela dos motivos de tanta legislação inconstitucional, com erros graves, nulidades e que por muitas vezes conflitam desnecessariamente com outras normas.

Já passou do momento de se estabelecer critérios mínimos, mas adequados, de escolaridade para os políticos do Brasil.

Não somente de acesso aos cargos eletivos, mas também aos de livre nomeação e exoneração, como ministros de estado e seus equivalentes em nível estadual e municipal que deveriam ter formação na área de sua atuação. O que esperar de um economista que é Ministro da saúde, por exemplo? O Ministro deve conhecer as atividades do setor que coordenará para que o faça com qualidade e eficiência.

Penso que nosso país merece mais, do que votam e dos que são eleitos.

3 comentários:

  1. Poderia ser tal como exigido em concursos públicos: "nível de escolaridade e titulação compatíveis com os requisitos exigidos para o cargo" e remuneração conforme desempenho! Quem sabe assim, trabalhariam melhor, mais e roubariam menos.

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    1. De acordo! Que se ganhe pelo que se faz e não pelo que se é.

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    2. Seria o justo. :)

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